Falaaaaa galera do Rapinas do Mar!! Bem vindo mais um Raio-X!! Depois de uma vitória épica contra o Los Angeles Rams, tivemos um embate um pouco mais terreno fora de casa. Ainda bem que foi mais um número para a coluna da vitórias. No US Bank Stadium, derrotamos o Carolina Panthers pelo placar 27×10. Foi um encontro em que mais uma vez a nossa defesa foi completamente dominante e praticamente inutilizou o ataque liderado por Bryce Young. Do outro lado da bola o nosso ataque novamente enfrentou dificuldades durante a maior parte da partida.
O triunfo foi fundamental para continuarmos firmes na briga pela seed #1 na conferência nacional, posição que ocupamos nesse momento. Antes de projetarmos a grande partida que vai se desenrolar no sábado a noite, vamos aqui nesse Raio-X sobre os detalhes de como ficamos a um simples resultado que não acontece desde de 2014, e de sobra podemos bater o recorde histórico de vitórias da franquia. Sem perder mais um sequer, vamos começar!
Um monstro, não tão assustador, de duas cabeças.
Frequentemente quando a unidade do jogo corrido da Natiotnal Football League obtém sucesso com dois runningbacks tendo ambos desempenhos excelentes, sempre dividindo carregadas, é denominado um monstro de duas cabeças. O exemplo disso mais recente da liga é o Detroit Lions com David Montgomery e Jahmyr Gibbs, que obtiveram temporada incríveis na mãos de Ben Johnson. Outro exemplo um pouco mais antigo é o Atlanta Falcons que tomou a virada de 28-3 no Super Bowl, que apesar de ter o MVP Matt Ryan em campo, tinha Devonta Freeman e Tevin Coleman no backfield para dar o suporte necessário naquela unidade ofensiva.
No nosso caso especifico em 2025, não sei se é possível afirmar a mesma coisa. Muito porque nosso jogo terrestre está bem longe de ser um sucesso estrondoso, ou então de ter o mínimo de consistência. Mas a utilização alternada de Kenneth Walker e Zach Charnonnett, curiosamente ambos escolhidos na segunda rodada do draft da NFL em anos seguidos, tem grandes benefícios para nós.
Para começar, Walker que vinha enfrentando problemas para ficar saudável ao longo da sua carreira, dividir as carregadas os permitiu estar em campo com muito mais qualidade e mais frequentemente. Com isso, sua capacidade de fazer jogadas para ganhos de jardas gigantesco aumenta bastante. Com a divisão ainda é possível por exemplo, em uma partida como a do último domingo quando um dos corredores não parecesse estar em uma boa tarde, o outro assumir quase que totalmente os snaps. Foi assim que Charbonnett teve seu melhor jogo com a camisa do Seattle Sehawks e no próximo pode ser Walker. O importante que sempre um dos dois sempre vai estar lá para tentar fazer o ataque funcionar.
Aconteça, o quê acontecer.
Esse texto está sendo lançado no dia primeiro de Janeiro de 2026, você meu caro leitor está lendo isso no futuro. Antes de adcionar qualquer pensamento, eu desejo um feliz ano novo a todos os queridos leitores não só do Raio-X, mas também de todos os textos aqui do blog, bem como para todos os espectadores da Rapinas TV!!! Nesse momento de começo de ciclo convido a você há uma pequena retrospectiva olha para o passado e um pouquinho para o futuro também.
Antes da temporada começar vivemos uma verdadeira revolução nos nosso pilares do ataque. Depois de quase uma década em campo, Tyler Lockett, ídolo da nossa torcida e referência de liderança no nosso vestiário foi cortado. No mesmo dia, um pouco mais tarde, DK Metcalf, recebedor estrela, pediu e foi trocado para o Pittsburgh Steelers. Por fim, depois de longas negociações que não chegaram a acordo nenhum, Geno Smith foi trocado para os Las Vegas Raiders. Sam Darnold chegou na free agente com um contrato bem razoável para um titular na média.
Nem o mais otimista torcedor do Seattle Seahawks imaginaria que chegaríamos na semana 18 com nada mais que TREZE vitórias. Nos quarenta e nove anos de existencia anteriores a franquia só tinha conseguido isso duas vezes. Em 2005 (Chegou no super bowl) e em 2013 (Ganhou o super bowl). A defesa deu um salto muito maior que o imaginado, o ataque chegou a estar na elite da liga por boa parte da temporada. Tivemos jogos e momentos que vão sempre estar na memória.
Eu sei que existem perguntar a serem respondidas nos playoffs, e também dúvidas se somos um time realmente competitivo ou não, mas acontecer o que acontecer esse time já está na história, se não como um time vencedor, mas como uma equipe que foi muito legal de assistir.
