Diferenças: Prévia Arizona Cardinals X Seattle Seahawks (Week 10 2025)

Falaaa pessoal bem-vindo a mais uma prévia de semana! Depois de amassar o Washington Commanders por 38×14, o nosso amado e glorioso Seattle Seahawks volta a campo para a sua terceira partida divisional do ano. Vamos novamente enfrentar o Arizona Cardinals.

Dessa vez o embate acontecerá na localidade número 800 da Avenida Occidental Sul, da cidade de Seattle, Estado de Washington. Também conhecido mais informalmente como Lumen Field.

O jogo vai acontecer dia 9 de Novembro às 18:25 horário de Brasília. A transmissão com imagens em português apenas ocorrerá através do NFL Games Pass no DAZN, mas…… Se você meu caro leitor se tornar membro do canal Rapinas TV no Youtube terá um link exclusivo para a transmissão com direito a narração mais clubista do mundo da equipe desse site e canal. A narração será do excelente João Neves e os comentários estarão sob a tutela desse autor que vos fala, Guilherme Góes e do genioso Cássio.

A última partida contra a franquia do deserto nem faz tanto tempo assim. Foi no Thursday Night Football da semana 4. A partida foi completamente dominada por nós, e o terceiro quarto acabou com o placar de 17×6 ao nosso favor, e a defesa tinha simplesmente OITO sacks em cima de Kyler Murray, uma dominância completa, mas como nada é fácil para o Seattle Seahawks, teve muito drama no quarto derradeiro.

A defesa relaxou e uma sequência de erros ofensivos (Faltas, chamadas ruins e field goals errados) trouxe novamente os Cardinals para a partida. No final, a vitória veio para o nosso lado graças a chute no último segundo de Jason Myers.

A situação agora na semana 10 é bastante diferente, somos uma equipe melhor, mais confiante. Embora, a maior diferença esteja com o nosso adversário, afinal, em vez de enfrentar o arisco Kyler Murray, vamos nos deparar com o experiente Jacob Brissett. Nessa prévia vamos perceber o que teremos que fazer de diferente para alcançar a vitória.

Brissett e sua eficiência.

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Jacoby JaJuan Brissett é um quarterback de futebol americano que nasceu no dia 11 de dezembro de 1992 em Palm Beach, na Flórida. O camisa #7 jogou pela universidade do Florida Gators e pela Universidade Estadual da Carolina do Norte até ser escolhido pelo New England Patriots na terceira rodada (Escolha noventa e um geral) do Draft de 2016.

Depois do seu ano de calouro foi trocado para o Indianapolis Colts, onde passou três temporadas com indas e vindas do campo a titularidade. Rodou por Miami Dolphins, Cleveland Browns, Washington Commanders, até retornar a Nova Inglaterra para ser titular no lugar do novato Drake Maye e finalmente em 2025, chegou ao Arizona Cardinals. Todos imaginávamos que mais uma vez seria apenas esquentaria o banco, porém uma lesão de Murray mudou esse panorama.

Brissett entrou e com sua experiência conseguiu controlar muito melhor o ataque chamado pelo coordenador Drew Petzing. Sua capacidade de ser preciso em passes no meio do campo e sua habilidade de simplesmente evitar erros concede oportunidades muito melhores para o Arizona Cardinals vencer partidas, mesmo com uma condição atlética muito menor e menos espetacular que Murray.

Nos últimos três jogos contra Indianapolis Colts, Green Bay Packers e Dallas Cowboys, o quarterback teve 850 jardas passadas, cinco touchdowns e duas interceptações.

Em comparação a Kyler Murray ele está com média de quase duas jardas a mais por tentativa de passe ( 7.7 Brissett, contra 6.0 do antigo titular), mas a estatística que mais surpreende é a diferença em terceiras decidas, quando o camisa #7 completa cerca de SETENTA PORCENTO DOS seus passes, um número bem impressionante. Para finalizar, Brissett parece fazer seus companheiros jogarem melhor também.

Com ele no comando do ataque, o Tight End Trey McBride tem quatro touchdowns em três jogos e o Wide Receiver Marvin Harrison Jr teve o maior número de recepções em sua carreira durante uma única partida.

Retornos.

Do lado defensivo da bola, o que marca a diferença da primeira partida é o retorno de dois jogadores que podem ser importantíssimos para a defesa adversária. O primeiro é nada mais, nada menos que Walter Nolen, escolha de primeira rodada (Dezesseis geral) do Arizona Cardinals. Nolen é um Defensive Tackle muito disruptivo para apressar quarterbacks que jogou na Universidade do Mississipi (Ole Miss). Ele chegou na NFL, e logo se lesionou a panturrilha.

Com isso, o calouro só estreou na semana passada contra o Dallas Cowboys, e foi um partidaço do camisa #97. Contra Dak Prescott e o bom ataque da franquia azul do Texas foram incríveis quatro tackles, incluindo dois para perda de jardas, um sack, um hit no quarterback, um passe desviado e duas pressões.

Uma atuação completa para um jogador de linha defensiva, que pode aprender muito ao lado do veterano Calais Campbell enquanto se aproveita as possíveis dobras em cima do jogador mais experientes.

Outro que pode jogar e que não esteve presente na primeira partida é o cornerback Will Johnson. Antes do processo do draft de 2025 Johnson era considerado um prospecto certeiro dentro do top 5 geral. Questionamentos sobre sua saúde foram surgindo e seu valor para as trinta e duas franquias da NFL foi caindo cada vez mais.

Finalmente foi escolhido na segunda rodada e apesar de quando está em campo jogar bem, ele vem sofrendo com problemas físicos. Inclusive, apesar de estar previsto para jogar, o camisa#0 não treinou na quinta-feira com lesões nas costas e nas costelas. Para o nosso lado, seria bem melhor se o jogador ficasse de fora.

Chaves da Partida.

Vamos lá para a parte final do texto! Para começar vamos a um pequeno relatório das nossas lesões.

Jake Bobo com uma lesão na panturrilha não treinou e não deve jogar.

Josh Jobe ainda sofre com uma concussão do fogo amigo da partida contra Washington também não esteve em campo durante a pessoa e também não vai jogar.

Nosso grande Cooper Kupp ainda sentiu incômodo no posterior da coxa e apenas treinou limitado na quinta-feira e os sinais não são positivos, ao contrário do nosso líder Ernest Jones que treinou limitado tanto na quarta como na quinta e vai para o jogo.

Atenção também para Tory Horton que sentiu virilha.

Ofensivamente será um grande desafio para a nossa linha ofensiva e Sam Darnold. O Arizona Cardinals tem uma excelente capacidade de explorar a pressão sobre os quarterbacks adversários, além dos já citados Walter Nolen e Calais Campbell também é importante destacar o Edge Rusher Josh Sweat que também que também vem jogando muito. Com isso, o ideal seria que explorássemos os passes mais rápidos tirando a pressão de Darnold, evitando jogadas negativas e turnovers.

Eventualmente seria interessante planejar algumas bolas lançadas no fundo do campo para a nossa aquisição Rashid Shaheed explorando uma possível ausência de Will Johnson. Perceberam meus caros leitores que esse autor que vos fala mal citou o jogo terrestre? Exatamente, não tenho nenhuma esperança de estabelecermos essa dimensão, apesar que se por alguma ventura um milagre aconteça, meia vitória está garantida.

Do lado defensivo da bola, creio fielmente que será um desafio maior enfrentar Jacob Brissett do que Kyler Murray. Nosso objetivo vai ser deixar o veterano desconfortável e forçá-lo então ao cometer erros, algo que não tem acontecido recentemente. Penso que seja mais fácil a gente terminar a partida com mais campanhas adversárias com Three and Out do que com turnover forçados.

Mas, se isso acontecer vou considerar uma vitória pois vamos limitar consideravelmente o ataque do oponente, por isso será uma partida mais de jogar corretamente na defesa, do que contar com as coberturas e pressões complexas de Mike Macdonald.

Será uma partida diferente em muitos aspectos, mas de qualquer maneira o resultado pode ser exatamente o mesmo do jogo da semana quatro.

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