Seattle terá que tomar decisões sobre quem trará de volta da IR

Os Seahawks estão se aproximando do limite de ativação de jogadores vindos do IR (Injured Reserve) para a temporada regular de 2025. As regras da NFL permitem que um time traga de volta no máximo oito jogadores do IR durante a temporada regular — com mais duas designações permitidas nos playoffs.

Eles já usaram quatro designações de retorno nesta temporada (Christian Haynes, Robbie Ouzts, Julian Love e Jarran Reed) e, recentemente, designaram Dareke Young — para retorno. Isso deixa apenas três vagas regulares restantes para o restante da temporada.

Apesar de haver nove jogadores elegíveis para voltar nesta temporada, com apenas três aberturas no elenco ativo, nem todos irão retornar — forçando o time a tomar decisões duras com base em lesões, desempenho e necessidade de posição.

Entre os jogadores atualmente no IR e elegíveis para retorno, estão:

RB George Holani — elegível para retorno na Week 17

WR Tory Horton — elegível para retorno a partir da Week 16

TE Eric Saubert — elegível desde a Week 13

OL Jalen Sundell — elegível desde a Week 15

DL Rylie Mills — retornou aos treinos (Non-Football Injury)

Além de Dareke Young — já designado para retorno.

O problema das regras da NFL: por que nem todos voltam

As regras da NFL são claras:

Até 8 jogadores podem ser ativados do IR durante a temporada regular.

Nos playoffs, o limite sobe para 10 jogadores.

Se um time ultrapassar esse limite, ele deve priorizar quem retorna com base em urgência — lesão, desempenho, necessidade de posição — ou abre mão de alguns retornos. Ou seja: mesmo que o jogador esteja saudável ou pronto para jogar, as limitações da regra podem impedir seu retorno. Para os Seahawks, isso significa inevitavelmente deixar alguém de fora — pelo menos nesta temporada.

O que isso significa para os Seahawks

Para o torcedor, isso traz implicações diretas:

O elenco de profundidade — que já vinha sendo testado por lesões — continua sob pressão.

Decisões difíceis terão que ser tomadas: priorizar titulares, jogadores com maior versatilidade ou quem estiver mais próximo da recuperação total.

Alguns jogadores, mesmo saudáveis, poderão passar o resto da temporada fora do 53-man roster.

Para o time, isso exige “gestão de IR” mais estratégica do que nunca. Cada ativação se torna um recurso valioso — e limitado.

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