Faallaaaaa galera! Bem-vindos a mais um Raio-X! E não tinha como ser melhor! O Seattle Seahawks finalmente é oficialmente CAMPEÃO da divisão Oeste da NFC! Nos embalos de sábado a noite, o gigantesco do Pacifico Noroeste derrotou o grande rival San Francisco 49ers pelo placar de 13×3. Foi uma atuação mais espetacular da nossa defesa, um verdadeiro amasso de toda unidade. Do lado ofensivo, sofremos mais uma vez para finalizar campanhas, porém tivemos um belo desempenho correndo com a bola.
No texto de hoje, vamos ser um pouco mais poéticos e menos práticos. Com uma inspiração numa das grandes franquias da história da sétima arte (Que esse autor que vos fala é muito fã), para falar sobre os dois da lado da força do nosso time e como os mesmo desempenharam nessa partida.
Sem perder mais um segundo sequer, hora de começar!
Os Jedi.
Para você meu caro leitor que nunca assistiu Star Wars e não faz a menor ideia do que são ou Jedi aqui vai um pequeno resumo: Os Jedi são uma ordem de guardiões da paz e da justiça no universo. Eles usam uma energia mística chamada Força, que está presente em todos os seres vivos e conecta tudo no universo. Os Jedi treinam para sentir, controlar e usar a Força de forma equilibrada, sempre buscando o lado luminoso, que envolve calma, compaixão, disciplina e autocontrole.
Nesse momento vem aquela frase que eu pessoalmente já repeti tantas vezes nesses quatro anos de Raio-X: Mas como raios isso afeta o Seattle Seahawks? Bom, nada diretamente eu te respondo, mas de alguma maneira eu exergo uma similaridade na maneira que os Jedi buscam se comportar e a maneira que nosso ataque se comportou durante a partida do último sábado. Deixe-me explicar.
Durante a partida, o repórter Conrado Giulietti da ESPN, trouxe aspas interessantes. Ele comentou que Klint Kubaik disse que Sam Darnold não poderia ser o motivo que perdíamos jogos. Com esse mantra na cabeça, parece que nosso coordenador ofensivo montou um plano de jogo muito calmo, sóbrio e nada agressivo, tais como os jedi. Claramente ele instruiu nosso quarterback a não forçar passe algum, nossa prioridade durante todo o momento que o ataque esteve em campo era não cometer erros. Nosso objetivo principal foi manter o controle da partida para ela não sair do nosso alcance e de certa maneira fomos bem sucedidos. Corremos bem com a bola, terminamos o sem nenhuma interceptação ou fumble. Sem forçar, sem correr muitos riscos desnecessários.
Os Sith.
Já os Sith são o outro lado da força, basicamente eles: São os grandes opostos dos Jedi no universo de Star Wars. Eles também usam a Força, mas seguem o lado sombrio, que é alimentado por emoções intensas como raiva, medo, dor, orgulho e desejo de poder. Diferente dos Jedi, os Sith acreditam que as emoções não devem ser reprimidas, e sim usadas como fonte de força.
Se no primeiro segmento eu comentei justamente sobre o ataque, é obvio que a comparação da vez é sobre como nossa defesa pareceu jogar na força do puro ódio. Com toda a sinceridade do mundo, há muito tempo eu não via uma atuação tão física e intensa assim. Todos os jogadores, absolutamente todos estiveram na sua melhor forma nessa partida. Nick Emmanwori estava em todos os lugares pelo campo, Derick Hall fez uma partida muito dominante, Drake Thomas é um daqueles jogadores que ninguém esperava nada e está jogado um absurdo.
O ódio era tanto que o Tariq Woolen, que é normalmente conhecido por ser um jogador meio soft derrubando jogadores adversários, simplesmente ARREMESSOU Juan Jennings para fora de campo. Toda a unidade parece que, tais quais os vilões da saga Star Wars, abraçaram a raiva e o ódio sentido pelo rival para entrar em campo e passar um recado bem claro para toda National Football League.
O retrato perfeito dessa situação é jogada derradeira. A maneira que nossa linha defensiva domina o snap para que no instante seguinte acabar com Brock Purdy. Jogamos da primeira a última jogada assim, abraçando o lado sombrio da força.
