Trade deadline: quem os Seahawks deveriam buscar para salvar a temporada?

A trade deadline da NFL está chegando. Em 10 de novembro, as equipes terão de encerrar as negociações de jogadores para esta temporada, e as próximas semanas devem ajudar a separar quem pretende brigar pelo título de quem já começa a olhar para o futuro.

Na NFL, essas equipes costumam ser classificadas como buyers e sellers. Os buyers são os times que acreditam ter condições de competir e estão dispostos a investir escolhas de Draft ou outros ativos para melhorar o elenco. Os sellers, por outro lado, podem aproveitar o mercado para negociar jogadores veteranos, recuperar escolhas e começar a preparar a próxima temporada.

Existe também um terceiro caminho: esperar. Nem toda equipe precisa decidir imediatamente se vai comprar ou vender. Às vezes, dois ou três jogos são suficientes para mostrar se vale a pena investir em um elenco que ainda tem condições de competir.

É justamente essa a situação dos Seattle Seahawks.

Depois de começar a temporada com expectativas elevadas, Seattle chegou à marca de 3-3 após a derrota para o Denver Broncos. O ataque tem apresentado dificuldades em praticamente todas as áreas, e os próximos compromissos, contra Kansas City Chiefs e Chicago Bears, serão importantes para entender o que ainda é possível fazer com esse elenco.

Se os Seahawks perderem os dois jogos, chegarão a 3-5. Não seria uma sentença definitiva para a temporada, mas aumentaria a pressão sobre a comissão técnica e a direção. Afinal, vale a pena gastar uma escolha de segunda rodada em um jogador que pode ajudar imediatamente? Ou seria melhor preservar esse capital e buscar soluções no próximo Draft?

Running backs: vale gastar pesado em uma estrela?

O jogo terrestre é uma das principais preocupações dos Seahawks. A saída de Kenneth Walker III na free agency, a lesão de Jadarian Price e a ausência de Zach Charbonnet deixaram o ataque sem a consistência necessária para equilibrar o jogo aéreo.

Mas contratar um corredor não resolveria necessariamente tudo. A linha ofensiva também precisa melhorar, e o desenho das jogadas tem sido parte do problema. Ainda assim, existe uma diferença importante entre um running back que depende de bloqueios perfeitos e outro capaz de criar jardas por conta própria.

Jonathan Taylor — Indianapolis Colts

Taylor é o nome mais interessante entre os corredores de elite. Aos 27 anos, vem de uma temporada de 1.585 jardas terrestres e 18 touchdowns em 2025. Em seis jogos de 2026, soma 492 jardas e sete touchdowns.

O momento de Indianapolis também merece atenção. Os Colts demitiram Chris Ballard em 19 de outubro e colocaram Ed Dodds no comando interino do departamento de pessoal.

Existe uma ligação antiga entre Taylor e Seattle. O running back era um nome desejado por parte da torcida no Draft de 2020, e imagens daquela época voltaram a circular nas redes sociais. Agora, a possibilidade de vê-lo com o uniforme dos Seahawks voltou a alimentar a discussão.

Tecnicamente, o encaixe é evidente. Taylor tem explosão, visão, equilíbrio no contato e capacidade de transformar uma jogada aparentemente bloqueada em uma corrida produtiva. Ele poderia ajudar mesmo que a linha ofensiva continuasse apresentando problemas.

O grande obstáculo é o preço. Taylor assinou uma extensão de dois anos em agosto e está sob contrato até 2028, com US$ 16 milhões previstos para 2027. Portanto, não seria apenas uma contratação para o restante da temporada.

Também é preciso considerar o retorno de Price e Charbonnet, além das extensões futuras de jogadores importantes, como Byron Murphy II. Se os dois corredores voltarem e conseguirem estabilizar a posição, a necessidade de investir tanto em Taylor diminui.

Isso não significa que o jogador não valha a pena. Taylor seria um reforço de enorme qualidade, mas a direção precisa decidir se a diferença de produção justifica o custo financeiro e de Draft.

Saquon Barkley — Philadelphia Eagles

Barkley talvez seja o corredor mais completo dessa lista, especialmente pela combinação entre produção terrestre e capacidade de receber passes.

Em 2024, correu para 2.005 jardas na temporada regular e ajudou os Eagles a conquistar o Super Bowl. Em 2025, sua produção caiu para 1.140 jardas terrestres. Nesta temporada, disputou apenas quatro partidas até aqui e está lidando com uma lesão na coxa.

A condição física é o primeiro ponto a investigar. Não faria sentido investir escolhas importantes em um jogador que não estivesse próximo de voltar a produzir em alto nível. O segundo é o custo financeiro: uma negociação envolvendo Barkley poderia trazer consequências significativas para o teto salarial.

Ele daria ao ataque de Seattle uma arma capaz de produzir corridas explosivas, participar do jogo aéreo e obrigar as defesas adversárias a respeitar diferentes possibilidades. Mas seria uma aposta cara, tanto em compensação quanto em contrato.

Tony Pollard — Tennessee Titans

Pollard é uma alternativa mais pragmática. Ele já ultrapassou mil jardas terrestres em quatro temporadas da carreira e voltou a atingir essa marca em 2025, com 1.082 jardas pelos Titans.

Em seis jogos de 2026, soma 349 jardas terrestres. Não tem o mesmo teto de Taylor ou Barkley, mas oferece experiência e versatilidade para uma rotação que precisa de mais consistência.

O cenário de Tennessee poderia favorecer uma negociação, dependendo dos planos da franquia. A situação contratual precisa ser confirmada, mas Pollard pode representar um investimento menor do que os nomes de elite.

Não seria uma contratação para resolver todos os problemas do ataque. Seria uma forma de dar ao grupo mais uma opção confiável, dividir a carga de trabalho e evitar que a produção terrestre dependa exclusivamente de jogadores ainda em desenvolvimento ou em recuperação.

Omarion Hampton — Los Angeles Chargers

Hampton é uma aposta diferente. Escolhido na primeira rodada do Draft de 2025, chegou à NFL com potencial para se tornar um corredor importante, mas ainda está construindo sua trajetória profissional.

Em seis jogos de 2026, soma 289 jardas terrestres e três touchdowns. Os números ainda não justificam tratá-lo como um jogador pronto para transformar o ataque, mas seu talento e sua idade tornam a hipótese interessante.

Uma mudança de equipe poderia abrir novas possibilidades para Hampton. Por outro lado, os Chargers investiram uma escolha alta nele e não teriam motivos para negociá-lo por qualquer oferta. O preço poderia ser maior do que sua produção atual sugeriria.

Edge rushers: Khalil Mack é o nome mais interessante

A defesa de Mike Macdonald tem capacidade para gerar pressão pelo interior da linha defensiva. O problema é que a produção dos jogadores que atuam pelas pontas não tem acompanhado essa força.

Dante Fowler foi uma aposta de baixo custo, mas ainda não entregou a produção esperada. Por isso, Seattle precisa avaliar se existe um veterano capaz de melhorar a pressão sobre o quarterback sem exigir um investimento exagerado.

Khalil Mack — Los Angeles Chargers

Mack é provavelmente o nome mais atraente dessa posição. Aos 35 anos, continua sendo um pass rusher experiente e produtivo. Em seis jogos de 2026, soma três sacks e cinco tackles para perda de jardas.

O contrato de um ano, avaliado em US$ 18 milhões, torna a situação interessante para uma negociação antes da deadline. Os Chargers começaram a temporada muito mal, e isso naturalmente aumentou as especulações sobre possíveis mudanças no elenco.

Mack não seria necessariamente barato, e outras equipes interessadas em disputar os playoffs também poderiam entrar na negociação. Ainda assim, Seattle estaria adquirindo um jogador que sabe vencer confrontos individuais, pressionar o quarterback e contribuir contra a corrida.

A contratação também ajudaria na rotação. Com veteranos como DeMarcus Lawrence e outros jogadores sujeitos a limitações físicas ao longo da temporada, ter mais uma opção confiável permitiria manter a pressão sem depender tanto de um grupo reduzido.

É importante lembrar que o esquema de Macdonald não exige que todo o pass rush venha dos edges. Mas isso não significa que a posição possa continuar produzindo abaixo do esperado. Mack seria um reforço imediato e uma aposta coerente com o objetivo de competir agora.

YaYa Diaby — Tampa Bay Buccaneers

Diaby é uma alternativa mais jovem, mas com mais incertezas. Ele registrou nove sacks e 62 pressões em 2025, porém ainda não conseguiu nenhum sack em 2026. Suas sete pressões indicam que continua participando das jogadas, mas a produção ainda não apareceu no placar.

Diaby está no último ano de contrato. Caso Tampa Bay decida que não pretende renovar com ele, negociar antes da deadline poderia garantir algum retorno à franquia. Para Seattle, seria uma aposta em um jogador mais jovem, que já demonstrou capacidade de produzir em alto nível.

O encaixe também merece atenção. Diaby combina tamanho, velocidade e capacidade de defender contra a corrida. A ressalva é que Diaby não está produzindo sacks nesta temporada. O potencial existe, mas não há garantia de que uma mudança de ambiente resolva o problema. Além disso, Tampa Bay pode preferir mantê-lo, especialmente se acreditar que ainda tem condições de competir.

Carl Granderson — New Orleans Saints

Granderson é outro nome que merece atenção. Ele registrou seis sacks em 2025 e soma 2,5 em quatro jogos de 2026.

Com aproximadamente 1,96 m e 118 kg, tem tamanho para jogar na ponta da linha e oferecer resistência contra a corrida, além de contribuir na pressão ao quarterback. Seu perfil físico pode ser interessante para Seattle, que precisa de mais consistência no setor.

Existe, porém, um detalhe contratual importante: Granderson tem vínculo com os Saints até 2027. Portanto, não seria simplesmente um jogador em fim de contrato que a equipe poderia negociar para evitar perdê-lo na free agency.

New Orleans também disputa a NFC South, uma divisão em que a situação de classificação pode continuar aberta. Isso torna menos evidente a disposição dos Saints para negociar um defensor produtivo.

Will McDonald IV — New York Jets

McDonald seria uma opção para acrescentar velocidade ao pass rush. Ele registrou 18,5 sacks nas temporadas de 2024 e 2025 combinadas e soma dois sacks em cinco jogos nesta temporada.

A questão é que os Jets exerceram sua opção de quinto ano, mantendo controle contratual sobre o jogador além de 2026. Isso reduz a probabilidade de uma negociação barata.

Se Seattle estiver procurando um jogador para desenvolver e manter no elenco por mais tempo, McDonald pode ser interessante. Se a prioridade for um reforço imediato e com custo mais previsível, Mack parece uma opção mais direta.

Josh Uche e Tuli Tuipulotu

Josh Uche seria uma alternativa de menor custo para adicionar velocidade em situações específicas de passe. Não necessariamente resolveria o problema, mas poderia ser considerado se Seattle quisesse reforçar a rotação sem comprometer muito capital de Draft.

Tuli Tuipulotu, dos Chargers, também merece ser mencionado. É um jogador jovem e talentoso, mas justamente por isso Los Angeles teria motivos para exigir uma compensação significativa. Seria uma negociação diferente daquela por Mack: menos uma aposta de curto prazo e mais um investimento em potencial.

Cornerbacks: a profundidade também precisa ser prioridade

A posição de cornerback pode não ser a necessidade mais evidente do elenco, mas a falta de profundidade é um risco. Se Seattle sofrer mais uma lesão importante, a secundária pode ficar muito exposta.

A situação de Terrion Arnold e Trevon Diggs torna ainda mais importante acompanhar a disponibilidade dos jogadores e entender quanto o elenco pode suportar sem comprometer o funcionamento da defesa.

Brandon Stephens — New York Jets

Stephens passou quatro temporadas em Baltimore, incluindo o período em que Mike Macdonald fazia parte da comissão técnica dos Ravens. Hoje, está nos Jets.

Essa familiaridade com o ambiente de Baltimore pode facilitar a adaptação, embora não garanta que ele seja o encaixe perfeito no esquema de Seattle. Stephens tem experiência como cornerback externo e pode oferecer uma opção veterana sem exigir que o time aposte imediatamente em um jogador ainda pouco testado.

Ele não seria necessariamente um reforço de elite, mas poderia ser importante para evitar que uma nova lesão obrigasse Seattle a improvisar.

Cam Hart — Los Angeles Chargers

Hart é uma opção de desenvolvimento. Tem tamanho e características físicas interessantes, mas ainda precisa demonstrar consistência suficiente para ser considerado uma solução pronta.

O valor de uma possível negociação dependeria de como os Chargers avaliam seu futuro e de quanto Seattle estaria disposto a investir. Antes de qualquer oferta, seria necessário estudar os jogos e entender se suas características combinam com as exigências da defesa de Macdonald.

Kelee Ringo — Philadelphia Eagles

Ringo é uma aposta de recuperação. Ele chegou à NFL com potencial depois de jogar por Georgia e ser considerado um prospecto interessante para o Draft, mas ainda não conseguiu se estabelecer como um cornerback de produção consistente.

Esse tipo de negociação pode fazer sentido se o custo for baixo. Seattle teria a oportunidade de trabalhar com um jogador jovem, tentar desenvolver melhor suas características e encontrar uma contribuição que ainda não apareceu de forma regular na Philadelphia.

Não seria uma solução garantida, mas o risco financeiro e de Draft poderia ser menor do que em uma negociação por um titular consolidado.

Custo de oportunidade: Quenton Nelson pode ser o grande alvo

Entre todos os nomes discutidos, Quenton Nelson talvez seja o que mais mereça atenção.

O guard dos Colts tem 30 anos, seis seleções para o first-team All-Pro e oito Pro Bowls. Está no último ano de seu contrato atual, com possibilidade de chegar à free agency em 2027.

Depois da demissão de Chris Ballard, Indianapolis pode reconsiderar a estratégia para o elenco. Nelson não está oficialmente disponível, e sua importância para a equipe pode tornar uma negociação difícil. Mas, se os Colts decidirem buscar escolhas de Draft e preparar o futuro, Seattle deveria ao menos avaliar a possibilidade.

Nelson no bloqueio por zona tem muito destaque e seria uma troca ao estilo de Leonard Williams, em 2023. Na ocasião, Seattle entregou escolhas de segunda e quinta rodadas para adquirir um jogador de alto nível que estava no último ano de contrato. Depois, conseguiu mantê-lo no elenco, e Williams se tornou uma das principais peças da defesa.

Nelson poderia representar uma aposta semelhante. Uma escolha de segunda rodada seria uma referência inicial para discutir o custo, embora o preço real dependesse da negociação. Anthony Bradford também poderia ser incluído em uma proposta, oferecendo aos Colts um guard mais jovem para avaliar enquanto Seattle abre espaço para Nelson.

Esse ponto merece atenção. Bradford tem sido alvo de críticas em Seattle, mas continua sendo um jogador jovem, com experiência na NFL. Para Indianapolis, que poderia estar buscando ativos para o futuro, ele teria valor como parte de uma negociação.

A principal questão para Seattle seria o posicionamento. Nelson atua como left guard, a mesma posição de Grey Zabel. A equipe precisaria reorganizar a linha, possivelmente deslocando Zabel para right guard ou considerando outras alternativas. .

É um ajuste importante, mas não deveria ser tratado como um impedimento automático. Adquirir um jogador do calibre de Nelson e depois reorganizar a linha pode ser muito mais vantajoso do que deixar passar a oportunidade por receio de alterar a formação atual.

Outro ponto relevante é que a negociação não precisaria ser encarada como uma aposta de tudo ou nada em 2026. Seattle poderia adquirir Nelson, integrá-lo ao elenco e tentar convencê-lo a permanecer na franquia. Se ele gostasse da experiência, uma extensão de contrato poderia transformar uma aquisição temporária em um investimento de longo prazo.

A discussão é sobre custo de oportunidade. Uma escolha de segunda rodada em um Draft profundo tem valor, mas também tem risco. Não há garantia de que o jogador selecionado será capaz de produzir imediatamente no mesmo nível de Nelson.

Seattle não pode tratar suas escolhas como algo intocável se aparecer uma oportunidade real de adquirir um jogador capaz de resolver uma deficiência importante.

Outras oportunidades: e se aparecer algo inesperado?

Embora Nelson e Mack sejam os nomes mais interessantes, Seattle não deveria fechar a porta para outras posições.

Brian Thomas Jr., dos Jaguars, por exemplo, não resolveria a necessidade mais urgente do elenco, mas poderia entrar na discussão se o custo fosse excepcionalmente favorável. O mesmo vale para um tight end que apareça no mercado.

Isso não significa que Seattle deva abandonar suas prioridades. Significa apenas que uma boa oportunidade não precisa ser descartada só porque o jogador atua em uma posição que não está no topo da lista de necessidades.

O importante é estabelecer uma hierarquia. Primeiro, identificar as deficiências que mais prejudicam o time. Depois, avaliar quais jogadores disponíveis realmente podem resolvê-las. Por fim, comparar o impacto esperado com o custo em escolhas, salário e flexibilidade futura.

Final Thoughts: Seattle precisa agir, mas com critério

Os Seahawks têm motivos para acreditar que uma boa negociação pode fazer diferença. Nas últimas três trade deadlines, John Schneider conseguiu adicionar peças importantes ao elenco: Leonard Williams elevou o nível da defesa, Ernest Jones IV ajudou a estabilizar o setor de linebackers e Rashid Shaheed acrescentou explosividade aos special teams.

Nem toda troca teve o mesmo impacto, mas o histórico mostra que Seattle sabe encontrar valor quando identifica a oportunidade certa.

Agora, o cenário é mais delicado. A equipe está em 3-3, enquanto San Francisco começou com 6-0. Os Seahawks não podem simplesmente esperar que os 49ers percam terreno. O calendário restante também exige atenção, e a disputa por uma vaga nos playoffs pode envolver os Rams e equipes fortes da NFC North.

Uma sequência de derrotas contra Chiefs e Bears não encerraria matematicamente a temporada, mas aumentaria a urgência de uma decisão. Seattle precisaria avaliar se um reforço realmente mudaria o rumo da campanha ou se seria melhor preservar escolhas para o futuro.

A prioridade, na minha visão, deveria ser melhorar a linha ofensiva ou a pressão pelos edges. Quenton Nelson seria um investimento capaz de transformar o ataque; Khalil Mack poderia elevar a produção defensiva. Um running back de elite seria interessante, mas o custo precisa ser proporcional ao impacto esperado e à perspectiva de retorno de Price e Charbonnet.

Uma ou duas boas negociações podem recolocar os Seahawks na disputa. O importante é não confundir atividade com progresso. John Schneider precisa encontrar jogadores que resolvam problemas reais, sem comprometer desnecessariamente o futuro do elenco.

A trade deadline não obriga Seattle a fazer uma troca. Mas, se aparecer a oportunidade certa, também não pode deixar de agir por medo de gastar uma escolha de Draft.

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