O Draft da NFL de 2026 só pode ser visto agora no retrovisor, e o Seattle Seahawks adicionou uma quantidade significativa de talento. No entanto, com o draft encerrado, agora é hora do frenesi do agente livre não draftados, onde as equipes competem pelos jogadores que não ouviram seus nomes serem chamados. Os Seahawks tiveram sucesso nisso sob Pete Carroll e John Schneider, de Doug Baldwin a Thomas Rawls, Bryan Mone e por fim, Jake Bobo.
UDFAs que assinaram
1. EDGE Aiden Hubbard (Northwestern)
Aiden Hubbard construiu sua trajetória de forma sólida desde cedo. Natural da região de Cleveland, ele cresceu praticando diferentes esportes até se firmar no futebol americano ainda na infância, atuando inicialmente como running back e linebacker. No ensino médio, em Saint Ignatius, um dos programas mais tradicionais de Ohio, evoluiu rapidamente ao ponto de se tornar titular no time varsity e acumular reconhecimento estadual. Mesmo em uma temporada encurtada no último ano, conseguiu manter produção relevante, reforçando sua consistência.
Recrutado como um prospecto três estrelas, Hubbard chegou a Northwestern sem grande status nacional, mas se desenvolveu ao longo dos anos até se tornar peça central da defesa. Ele foi líder em sacks da equipe por três temporadas consecutivas e encerrou sua carreira universitária com 20.5 sacks, ficando entre os cinco melhores da história do programa nesse quesito. Atuando majoritariamente como edge em uma linha de quatro homens, mostrou capacidade de impactar jogos de maneira constante, mesmo sem ser um atleta dominante.
Em campo, Hubbard se destaca por sua disciplina e entendimento do jogo. Ele tem boa saída no snap, utiliza bem as mãos contra bloqueadores e mantém um nível de esforço elevado durante toda a jogada. Contra o jogo terrestre, demonstra força e técnica suficientes para sustentar o edge, mesmo sem possuir braços longos. Como pass rusher, seu repertório ainda é limitado e pode travar quando sua primeira abordagem não funciona, o que reduz seu teto. Ainda assim, o conjunto de leitura, esforço e execução consistente faz dele um jogador confiável, com perfil para disputar espaço como peça de rotação e contribuir em situações específicas na NFL.
2. TE Lance Mason ( Wisconsin)
Lance Mason tem uma trajetória marcada por evolução constante e superação de expectativas. Crescido no Texas, ele foi um jogador produtivo no ensino médio, atuando tanto como tight end quanto linebacker. Em seu último ano, foi eleito o MVP do programa após registrar 39 recepções para 603 jardas e sete touchdowns, além de ajudar sua equipe a conquistar o título distrital. Apesar disso, não recebeu destaque no recrutamento e iniciou sua carreira universitária sem status.
Em Missouri State, no nível FCS, Mason rapidamente conquistou espaço e se tornou titular ainda como calouro. Ao longo das temporadas, seu papel foi crescendo, sempre se destacando pela confiabilidade em diferentes funções dentro do ataque. Buscando se testar em um nível mais alto, transferiu-se para Wisconsin em 2025, enfrentando um ambiente mais físico e competitivo.
Seu jogo não é baseado em características atléticas de elite, mas sim em execução consistente. Mason apresenta bom equilíbrio nas rotas, consegue ajustar o corpo para receber passes em movimento e tem mãos seguras. Como bloqueador, mostra entendimento de posicionamento e consegue contribuir tanto no lado forte quanto em movimento, sendo eficiente ao fechar espaços e sustentar sua função. A falta de explosão limita seu impacto como alvo vertical, mas sua versatilidade e disciplina o colocam como um jogador útil, com boas chances de se destacar em ambiente de treinamento e brigar por um espaço em elencos profissionais como opção complementar.
3. LB Devean Deal (TCU / Tulane)
Devean Deal chega com um perfil de produção consistente ao longo da carreira universitária. Após iniciar sua trajetória em Tulane, ele acumulou experiência e impacto antes de se transferir para TCU, mantendo um papel ativo na defesa. Ao longo de cinco temporadas no college, registrou 13 sacks e 34.5 tackles for loss, números que refletem sua capacidade de atuar próximo à linha de scrimmage e gerar jogadas negativas.
Seu jogo é construído a partir de leitura e timing. Deal demonstra boa noção de gaps e consegue atacar espaços com eficiência, especialmente em situações de blitz. Ele não depende exclusivamente de atributos físicos para vencer, mas sim de inteligência e posicionamento, o que ajuda a explicar sua consistência na produção. Em contrapartida, não apresenta o mesmo nível de explosão ou mobilidade lateral que linebackers mais dinâmicos da NFL, o que pode limitar seu impacto em cobertura.
No nível profissional, seu caminho passa por se firmar como um linebacker de profundidade que contribui em situações específicas, principalmente pressionando o quarterback e atuando em special teams. A capacidade de continuar gerando impacto em jogadas atrás da linha será determinante para suas chances de permanência no elenco.
4. WR Levi Wentz (Kansas)
Levi Wentz vem de um sistema ofensivo aberto em Kansas, onde wide receivers costumam ser bastante acionados em rotas de curta e média distância. Embora não tenha chegado com grande destaque nacional, ele se desenvolveu dentro do esquema e conseguiu se inserir na rotação ofensiva da equipe ao longo de sua carreira universitária.
Seu perfil aponta para um recebedor que trabalha melhor em espaços intermediários, utilizando rotas bem executadas e leitura de cobertura para encontrar janelas. Não é um jogador que se destaca por atributos físicos raros, como velocidade de elite ou grande explosão, o que torna ainda mais importante sua consistência técnica. Aspectos como segurança nas mãos e precisão nas rotas serão fundamentais para sua avaliação em nível profissional.
Para conquistar espaço, Wentz precisará mostrar valor imediato em treinos e jogos de pré-temporada, especialmente contribuindo em special teams. A competição na posição é alta, e seu caminho mais provável passa por provar que pode ser uma opção confiável em situações específicas dentro do ataque.
5. WR Michael Briscoe (Cal Poly)
Michael Briscoe construiu sua carreira em Cal Poly, competindo no nível FCS, onde teve a oportunidade de assumir um papel relevante no ataque. Jogadores vindos desse nível frequentemente chegam à NFL com boa produção, mas enfrentam o desafio de adaptação ao aumento significativo de velocidade e fisicalidade do jogo.
Briscoe apresenta características que sugerem um recebedor técnico, com capacidade de executar rotas de forma consistente e contribuir em diferentes áreas do campo. No entanto, a transição para enfrentar defensive backs de nível profissional será o principal teste para validar seu jogo. A capacidade de criar separação e manter eficiência contra cobertura mais física será determinante.
Seu cenário inicial é de disputa por espaço em elenco ou practice squad, onde precisará se destacar rapidamente. A margem de erro para jogadores vindos de programas menores é reduzida, o que torna cada oportunidade em campo essencial para sua avaliação.
6. DT Uso Seumalo (Kansas State)
Uso Seumalo chega de Kansas State com o perfil típico de um defensor de linha interior formado em um programa físico e disciplinado. Ao longo de sua carreira universitária, atuou em uma defesa que valoriza controle de gaps e consistência contra o jogo terrestre, características que tendem a se traduzir bem para o nível profissional.
Seu impacto nem sempre aparece em números chamativos, mas está presente na forma como ocupa espaço, absorve bloqueios e contribui para o funcionamento coletivo da defesa. Jogadores com esse perfil são importantes para estabilizar a linha e permitir que companheiros tenham mais liberdade para fazer jogadas.
Para garantir espaço na NFL, Seumalo precisará demonstrar que consegue manter esse nível de eficiência contra adversários mais fortes e técnicos. Sua utilidade tende a estar ligada a situações específicas, como downs de corrida e formações pesadas, além de possível contribuição em rotações defensivas.
7. Marvin Jones Jr – EDGE – Oklahoma
Marvin Jones Jr chega como um reforço interessante fora do grupo de tryouts, trazendo pedigree e experiência em alto nível do college football. Ex-recruta cinco estrelas, ele iniciou sua carreira em Georgia antes de se transferir para Florida State e posteriormente Oklahoma, acumulando vivência em diferentes sistemas defensivos ao longo do caminho. Esse histórico contribui para um jogador mais adaptável, acostumado a enfrentar competição de elite.
Em campo, Jones apresenta um conjunto físico mais próximo do padrão ideal para a posição, com bom tamanho, comprimento e capacidade atlética superior à média dos nomes que chegam via UDFA ou tryout. Ele consegue gerar pressão utilizando velocidade e força, além de mostrar flashes de um repertório mais variado como pass rusher quando consegue encaixar seu ritmo. Ao mesmo tempo, ainda há inconsistência em sua produção, especialmente na capacidade de transformar essas ferramentas em impacto constante.
Seu encaixe passa diretamente pelo desenvolvimento técnico e pela capacidade de manter regularidade snap a snap. Diferente de outros nomes dessa classe, Jones oferece um teto mais alto, justamente por suas ferramentas físicas e histórico como prospecto de elite. Se conseguir traduzir isso em consistência, tem caminho real para disputar espaço mais relevante no elenco, indo além do papel tradicional de profundidade.
TRYOUT PLAYERS
Finn Claypool (EDGE/Fullback) (Fresno State)
Finn Claypool chega ao minicamp em uma situação incomum, sendo testado em uma nova posição. Após atuar como defensive end em Fresno State, ele terá a oportunidade de trabalhar como fullback em regime de tryout, o que indica uma tentativa de adaptação para aumentar suas chances no nível profissional.
A transição exige mudanças significativas, principalmente no entendimento do jogo ofensivo e nas responsabilidades de bloqueio em espaço. Ao mesmo tempo, seu histórico defensivo pode contribuir com mentalidade física e disposição para contato, características importantes para a posição.
Seu futuro dependerá diretamente da capacidade de absorver rapidamente os novos conceitos e demonstrar utilidade imediata. Jogadores nesse tipo de situação precisam se destacar em detalhes e versatilidade, já que a margem para desenvolvimento a longo prazo costuma ser menor durante o processo de avaliação.
Mickey Rewolinski , OL (Eastern Michigan)
Mickey Rewolinski chega como uma aposta de linha ofensiva vinda de Eastern Michigan, trazendo experiência em um programa que exige versatilidade dos seus jogadores de linha. Seu perfil indica um atleta acostumado a diferentes responsabilidades dentro do esquema, algo valorizado em situações de profundidade de elenco. Para se destacar, precisará mostrar consistência técnica, principalmente em proteção de passe, além de capacidade de adaptação ao nível físico mais elevado da NFL.
Quinn Urwiler, LB, (Northern Illinois)
Quinn Urwiler entra no minicamp como linebacker vindo de Northern Illinois, com perfil típico de jogador produtivo em nível universitário que busca provar capacidade atlética no próximo nível. Linebackers nesse contexto geralmente dependem de leitura rápida e intensidade para compensar possíveis limitações físicas. Seu caminho passa por demonstrar valor imediato em special teams e capacidade de executar funções específicas dentro da defesa.
Jake Retzlaff , QB, (Tulane)
Retzlaff chegou a ser titular em uma equipe de BYU que terminou a temporada com campanha de 11–2, mas optou por se transferir após receber uma suspensão de sete jogos por violar o código de conduta da universidade, em meio a alegações de agressão sexual. Conforme reportado pela ESPN na época, Retzlaff e a pessoa que o acusou chegaram a um acordo para encerrar o processo civil, mas o quarterback decidiu deixar BYU ao invés de cumprir a longa suspensão.
Segundo o relatório, as partes concordaram em encerrar o caso de forma definitiva, colocando fim ao processo que havia sido aberto pouco antes. Retzlaff, no entanto, ainda enfrentava a possibilidade de suspensão por ter admitido, durante o processo, uma violação do código de honra da instituição. Diante desse cenário, ele iniciou o processo de transferência, comunicando sua decisão a membros da equipe e da comissão técnica.
Tyler Doty, OL, (Buffalo)
Tyler Doty completa o grupo de tryouts como mais um jogador de linha ofensiva, vindo de Buffalo. Assim como outros nomes nessa situação, seu valor está ligado à capacidade de oferecer profundidade e versatilidade. Para aumentar suas chances, precisará demonstrar solidez técnica, especialmente no controle de bloqueios, além de mostrar que consegue competir fisicamente contra adversários de maior nível.
Carl Chester Jr – WR – Southern Miss
Carl Chester Jr chega como um recebedor com perfil atlético interessante e capacidade de atuar em múltiplas áreas do campo, seja alinhado por fora ou explorando espaços mais curtos. Ele tem histórico de uso em diferentes situações ofensivas, o que pode ajudar na adaptação a um playbook mais complexo no nível profissional. Além disso, seu background sugere um jogador confortável com a bola nas mãos, podendo contribuir também após a recepção.
Para aumentar suas chances, Chester precisa provar que consegue criar separação contra defensive backs mais físicos e rápidos, algo que costuma ser o principal desafio nessa transição. Sua contribuição em special teams pode ser determinante, já que versatilidade e esforço costumam pesar bastante para jogadores nessa situação.
Navaeh Sanders – LB – Mississippi State
Navaeh Sanders vem de um programa da SEC, o que naturalmente eleva o nível de competição enfrentado durante sua carreira universitária. Esse contexto ajuda a projetar um jogador mais preparado para o impacto físico da NFL, especialmente no jogo terrestre. Ele apresenta características de linebacker ativo, com disposição para contato e presença constante próximo à bola.
Por outro lado, para se destacar em um grupo competitivo, Sanders precisará mostrar consistência técnica e disciplina tática, principalmente em leitura de jogadas e cobertura. Seu caminho mais provável passa por impacto imediato em special teams, onde pode usar sua intensidade como diferencial enquanto busca espaço na defesa.
Jermaine Terry – TE – Oregon State
Jermaine Terry chega como um tight end com potencial para contribuir de forma equilibrada entre jogo aéreo e bloqueio. Ele possui ferramentas para ser utilizado em diferentes formações, algo valorizado em esquemas que exigem versatilidade da posição. Sua capacidade de alinhar em múltiplos pontos do campo pode ajudar a criar mismatches em determinadas situações.
Para se firmar, Terry precisa demonstrar consistência em ambas as funções, especialmente como bloqueador, onde o nível físico da NFL é um salto considerável. Caso consiga equilibrar bem essas responsabilidades, pode se tornar uma opção interessante como tight end complementar.
Syrus Webster – EDGE – Utah Tech
Syrus Webster chega de um nível menor de competição, mas com produção que chama atenção dentro do contexto em que atuava. Ele demonstra energia constante e mentalidade agressiva como pass rusher, características importantes para quem tenta fazer a transição para a NFL. Seu jogo é baseado em esforço e em buscar o quarterback de forma contínua.
O grande desafio será provar que essa produção pode ser replicada contra tackles mais técnicos e atléticos. Para isso, precisará mostrar evolução no uso de mãos e maior variedade de movimentos de pass rush, além de contribuir em special teams para aumentar suas chances de permanência.
Mike Wright – QB – East Carolina
Mike Wright chega como um dos perfis mais versáteis do grupo, com histórico atlético que vai além da posição de quarterback. Ele próprio já se descreveu como um jogador “sem posição definida”, tendo contribuído até mesmo em outras funções, o que reforça sua capacidade atlética e adaptabilidade. Ainda assim, a tendência é que seja avaliado principalmente como quarterback no minicamp.
Para ter chances reais, Wright precisa mostrar evolução como passador, especialmente em precisão e leitura de jogo. Seu atleticismo pode ser um diferencial em jogadas fora da estrutura, mas sem consistência no jogo aéreo, suas oportunidades ficam limitadas. Demonstrar utilidade em múltiplas funções pode ser um caminho alternativo.
Derek Anderson – TE – Northern Iowa
Derek Anderson adiciona profundidade ao grupo de tight ends com um perfil equilibrado e funcional. Ele apresenta características que permitem contribuir tanto como alvo em rotas curtas e intermediárias quanto em situações de bloqueio, o que é essencial para jogadores que buscam espaço como opção complementar.
Seu desafio será provar confiabilidade em alto nível, especialmente contra defensores mais físicos. A consistência nas mãos e a capacidade de executar bloqueios com técnica serão fundamentais para se destacar em um grupo que valoriza versatilidade.
James Milovale – OL – Hawaii
James Milovale chega como mais uma opção para a linha ofensiva, trazendo experiência e um perfil que sugere versatilidade. Jogadores dessa posição em regime de tryout precisam mostrar rapidamente que conseguem executar diferentes funções, algo que pode aumentar seu valor para a comissão técnica.
Para se manter competitivo, Milovale precisará demonstrar fundamentos sólidos, principalmente em proteção de passe, além de capacidade de lidar com adversários fisicamente superiores. Sua adaptação ao ritmo e à força do jogo será determinante.
Peter Manuma – S – Hawaii
Peter Manuma entra como opção para a secundária, trazendo experiência e disposição física para o contato. Safeties com esse perfil costumam ter maior facilidade em contribuir inicialmente em special teams, onde intensidade e leitura rápida são essenciais.
Para evoluir dentro da defesa, Manuma precisará mostrar consistência em cobertura e bom posicionamento. Sua capacidade de atuar em múltiplas funções na secundária pode ser um diferencial importante durante a avaliação.
Kendarin Ray – S – Tulsa
Kendarin Ray chega com uma carreira produtiva no college, sendo titular por várias temporadas e acumulando números expressivos, incluindo uma temporada com mais de 130 tackles. Esse tipo de produção indica um jogador ativo, com presença constante ao redor da bola e boa leitura de jogo.
Sua experiência pode ser um fator importante em um grupo competitivo, mas ele ainda precisará provar que consegue manter esse nível de impacto contra atletas mais rápidos e físicos. Contribuir em special teams será um passo importante para consolidar seu valor.
Myles Rowser – S – Arizona State
Myles Rowser traz um perfil atlético interessante para a posição de safety, com ferramentas que sugerem capacidade de atuar em diferentes funções na secundária. Ele pode ser utilizado tanto mais próximo da linha quanto em cobertura mais profunda, dependendo do sistema.
Para se firmar, Rowser precisa mostrar consistência na leitura de jogo e disciplina tática. Sua versatilidade pode ser um diferencial, especialmente se conseguir traduzir isso em impacto imediato durante o minicamp.
Miles Davis – RB – Utah State
Miles Davis chega como running back com perfil versátil, capaz de contribuir em múltiplas fases do jogo. Ele pode oferecer valor tanto carregando a bola quanto participando do jogo aéreo, além de potencial em special teams.
Para aumentar suas chances, Davis precisa mostrar explosividade e consistência nas decisões com a bola, além de segurança em passes e bloqueios. Running backs nessa situação precisam provar utilidade completa para sobreviver ao corte inicial.
Jordan Crook – LB – Arkansas
Jordan Crook traz experiência de alto nível após atuar na SEC, enfrentando alguns dos ataques mais físicos e rápidos do college football. Esse histórico ajuda a projetar um jogador já acostumado à intensidade do jogo, especialmente contra o jogo terrestre. Ele apresenta perfil ativo, com boa leitura e presença constante nas jogadas.
Para se destacar, Crook precisará mostrar disciplina tática e impacto imediato em special teams. Linebackers nesse cenário precisam provar confiabilidade e execução consistente, já que a margem para desenvolvimento é menor durante o processo de avaliação.
Curtis Allen – WR – Virginia Union
Curtis Allen chega com grande destaque no nível inferior, sendo vencedor do Harlon Hill Trophy, prêmio dado ao melhor jogador da Divisão II. Sua produção chama atenção e indica um jogador dominante dentro de seu contexto, com capacidade de impactar o jogo de diferentes formas.
O desafio será traduzir esse domínio para o nível da NFL, enfrentando adversários muito mais físicos e rápidos. Demonstrar que consegue manter eficiência e contribuir em special teams será essencial para suas chances.
Matt Spatny – EDGE – Lehigh
Matt Spatny vem de Lehigh com histórico de produção consistente e papel relevante dentro do programa. Ele apresenta características de edge que joga com esforço constante, buscando pressionar o quarterback e impactar o backfield.
Para se destacar, precisará mostrar que consegue adaptar seu jogo contra tackles mais técnicos. Energia e contribuição em special teams serão fatores importantes para se manter competitivo.
Nate Azzopardi – OL – Idaho
Nate Azzopardi chega como mais uma opção para a linha ofensiva, trazendo experiência e fundamentos desenvolvidos em Idaho. Seu perfil indica um jogador técnico, que pode oferecer valor em diferentes posições da linha.
Para avançar, ele precisa provar que consegue lidar com a fisicalidade da NFL e manter consistência em proteção de passe e jogo terrestre. Versatilidade será um fator chave em sua avaliação.
Joshua Eaton – CB – Michigan State
Joshua Eaton adiciona profundidade ao grupo de cornerbacks, vindo de um programa Power Five onde enfrentou recebedores de bom nível. Esse histórico ajuda a projetar um jogador já testado em situações competitivas.
Para se firmar, Eaton precisa mostrar capacidade de cobertura consistente e adaptação contra recebedores mais físicos. Contribuir em special teams pode ser um diferencial importante.
Marc Stampley II – DB – Houston
Marc Stampley II chega como opção versátil para a secundária, com potencial para atuar em diferentes funções defensivas. Defensive backs nesse perfil são valorizados pela capacidade de adaptação dentro do sistema.
Para aumentar suas chances, Stampley precisa demonstrar consistência em cobertura e impacto em special teams. Em um grupo competitivo, detalhes e execução disciplinada podem fazer a diferença.
